Canção de Baal
Indicado para:
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CANÇÃO DE BAAL OU A VIOLENTA LUZ DO AMOR "A razão pura é a intuição" Albert Einstein Musical antropofágico, ópera de cabaré , cine-ópera de invenção, Canção de Baal é um violento filme de amor. E a metáfora mais clara do amor está na frase de Einstein, que encerra os letreiros finais. Inspirado livremente em Brecht, e na passagem de Einstein pelo Brasil, ambos realizados em 1919, Baal é o filme mais lindo da atriz mais linda que o cinema de invenção já teve em suas telas...Helena Ignez, a musa taoísta do cinema novo e do cinema de invenção (foi homenagem da Mostra do filme livre, em 2008, mas o filme estava em fase de montagem), uma frase do filme poderia bem se tornar o novo slogan da MFL: "quando se entende uma estória, é porque ela foi mal contada..." A luz de Aloísio Raolino e André Guerreiro Lopes, captada em grande parte nos exteriores, fazem explodir na tela uma poética verdadeiramente livre, ao mesmo tempo violenta e sutil, como a melodia rouca de Carlos Careqa. A narrativa é propositalmente desconstruída e a direção e escolha dos atores conseguiu unir o despudor total da turma do teatro Oficina (Uzyna Uzona) com a doçura de Beth Goulart e Simone Spoladore. Um escândalo poético e amoral. Chorei as duas vezes que vi o filme (me perdoem os leitores caretas , é a verdade). O amor livre de Baal, mesmo grotesco, é apaixonante, porque tem uma verdade visceral. Os arquétipos femininos que o amam e odeiam, mesmo percorrendo caminhos tão distintos, são a foto-síntese do personagem Baal, poeta marginal e bon-vivant, antropófago que come todo mundo, e sobretudo, come a si mesmo, procurando em "mares de absinto" a violenta luz do amor pela vida. (Chico Serra)

Programação
  • Dia 07-04-2009
  •   18:00 - Curta o Longa 1 (CCBB - Sala de Cinema)
  • Dia 21-04-2009
  •   17:00 - Curta o Longa 1 (CCBB - Auditorio 4º andar)

Diretor: Helena Ignez
Duração: 77min
UF/Ano: SP/2008
Sinopse:
Poeta e cantor, Baal recebe convite de Meck, madeireiro predador, para um jantar oferecido em sua homenagem. Sarcasticamente recusando propostas que levariam à sua ascensão social, escandaliza os convidados, cortejando a mulher de Meck. Optando por uma vida de outsider, gozador da vida, Baal preenche seus dias com casos amorosos com belas mulheres e com um homem, apaixonando-se por ele ao ponto de quase o matar com seu ciúme. Nessa fábula musical antropofágica ouve-se a voz do próprio Bertolt Brecht e a entrevista de Einstein no Brasil, onde teria sido comprovada a Teoria da Relatividade.
Formato Captação: Minidv
Formato Exibição: BetaSP
Roteiro: Helena Ignez, livremente inspirado em Baal, de Bertolt Brecht
Produção Executiva: Sinai Sganzerla
Produção: Mercúrio Produções
Fotografia: André Guerreiro Lopes, Aloysio Raolino
Câmera: André Guerreiro Lopes, Aloysio Raolino
Arte: Fabio Delduque
Som: Bruno Espírito Santo
Edição: Ricardo Miranda, Julia Martins e Guta Pacheco
Edição de Som:
Elenco: Carlos Careqa, Simone Spoladore, Felipe Kannenberg, Djin Sganzerla, Beth Goulart, Michele Matalon, Marcelo Lazzaratto, Bayard Tonnelli, Madalena Bernardes, Dionísio Neto, Marcelo Drummond, Vera Barreto Leite, Lú Brites, Camila Mota, Fransérgio Araújo, Jiddu Pinheiro
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